domingo, 2 de junho de 2013

Educação alimentar - Vídeo

Educação alimentar nas escolas públicas




            "A educação alimentar tem um papel muito importante na vida das crianças, além de incentivar à uma vida mais saudável e ativa, também se previne doenças predominantes em crianças tais como a obesidades, anemia dentre outras. Ao estimular os alunos a cultivar essa ideia, poderá trazer importantes resultados e a importância dos legumes e verduras na alimentação."

sábado, 1 de junho de 2013

Auto - Avaliação


Auto  Avaliação Loraine Rebouças

          O desenvolvimento deste trabalho contribuiu e muito para o meu crescimento no decorrer deste curso, fazendo com que eu tenha total certeza de trabalhar na área da educação que vem sendo bombardeada constantemente, pois com a pesquisa de campo pude ter certeza daquilo que quero, me fez ter uma  visão critica sobre os temas abordados.
          A realização dos registros das aulas no decorrer do bimestre foi um pouco difícil para mim, mas ao final percebi que contribuiu e muito para uma melhor aprendizagem sobre o currículo, além de outros temas de suma importância trazidos pelo professor Leandro.



Auto  Avaliação Kamila Rebouças


No decorrer desse semestre observei que durante as participações em sala de aula e na construção do blog, pude compreender ainda mais sobre o conteúdo estudado “Currículo e diversidade”, depois de estudar alguns teólogos de currículos (Bobbitt, Dewey, Tyler e dentre outros) foi um processo que o currículo passou e em suas modalidades. Com isso os objetivos educacionais, as experiências,  fazem parte da construção do pensamento curricular brasileiros que são idealizações. O currículo é um instrumento eficiente no processo educativo, para Tyler e Bobbitt tinha uma relação de como esse currículo seria organizado, foi aí que surgiu o modelo tecnicista concentrado no professor com a visão politica e econômica, sendo totalmente tecnicista voltado para o mercado de trabalho, concepções do modelo tradicional de currículo sendo composto por duas modalidades as de vias de acesso pelos conteúdos e as vias de acesso pelas atividades .
Já o método progressista é defendido por Dewey que tem um olhar pedagógico frente ao currículo, sua caracterização é definida pelos resultados esperados, atividades propostas, que influenciam na aprendizagem, observamos que nesse métodos existe uma diferença bem significativa, o aluno ele é observado e tem que ser trabalhado mediante sua dificuldade. Há uma preocupação com as consequências de como os conteúdos estão sendo aplicados, a convivência dos educando, seus contexto social, tudo isso são características da escola moderna que trabalha mediante aos resultados dos alunos. O processo de avaliação é um instrumento muito importante integrados no processo de ensino aprendizagem.

Mediante essas informações que são precisas, que atribuíram um vasto conhecimento no meu currículo pessoal, estou certa que foi bem produtivo construir esse blog, além de fazer pesquisas e assimilar a sua composição, sua importância no decorrer desse processo. Tenho que confessar, são conhecimentos importantes que antes de iniciar o semestre eu não tinha a noção da dimensão do currículo, a base de sua importante, e nem o que ele poderia se fragmentar dentro do processo de aprendizagem é norteado por toda uma concepção histórica, econômica e que sofre influencias de poder.


Auto  Avaliação Vanessa Abreu

No decorrer deste período foram notáveis as mudanças que tive no desenvolvimento deste trabalho do Projeto Integrador, através deste projeto pude compreender melhor o que significa Currículo e Diversidade, e as pesquisas de campo nos mostrou na prática o que lemos e estudamos na teoria, juntamente com as aulas teóricas em sala de aula, que no início era de difícil compreensão, já que é uma disciplina muito teórica.   Mas que agora vejo que está ficando cada vez mais claro os objetivos e definições do Currículo, e também como a diversidade realmente vai muito além daquilo que eu imaginava. Que aborda tudo que está envolvida no âmbito escolar, e até fora dele, o que seja educação, formal ou não formal.                                      
               Vivenciando e conhecendo mais sobre o que realmente significa currículo, me fez ver que é algo indispensável, que ele é o ponto de partida para a educação.  Através da disciplina Currículo e Diversidade pude compreender melhor até as outras disciplinas, e ver que uma não funciona sem a outra. Agora posso afirmar que é de suma importância o estudo dessa disciplina, que no começo do semestre não tinha a noção da dimensão que é o Currículo, e que agora vejo que sem esse conhecimento é impossível de se estabelecer saberes diversos no campo da pedagogia.

sábado, 25 de maio de 2013

Textos Integradores


Ética e Prática docente


            Na esfera da ética nos deparamos com uma ação racional, elaborada e reflexiva, e que visa o prejuízo e o beneficio que será aplicado seguindo seus princípios. Já a moral é um conjunto de valores que estão interligados sendo necessário para o convívio social. Dentro desse contexto possuímos o ESPAÇO PRIVADO e o ESPAÇO PÚBLICO que sofrem influencias da ética e da moral, onde o espaço privado é caracterizado pela ética da virtude moral, que se baseia nos bons costumes e atitudes, parte do individualismo, já a esfera publica é regido pela política que representa a sociedade de forma significativa, preservando seus direitos e proporcionando sua estabilidade. Enquanto, de um lado temos a política do outro nos deparamos com a ética, a comparação é que há grande ligação da vida publica social em que os elementos da vida privada estão inteiramente presentes..
             A politica que será mediadora da ética, pois o que está concentrado na ética é o pode despótico, arbitrário, sempre está direcionado na decisão individual de alguém sendo ela justa ou não, onde ocorre um poder uma ordem monopolizada, é o que a politica fará mediação na luta contra as formas arbitrarias de autoridade do interior da vida privada tais como: ( O Pai, a Mãe, o Vô, O chefe) é uma autoridade que cada um nós exercemos no nosso campo privado, só que, essa legitimidade da ética está na concepção de cada um,  ela tem que está dentro dos padrões da esfera politica não infligindo sua autoridade geral que é definida por lei.


            Entendemos que, dentro do contexto educacional, a ética tem um papel fundamental de fazer mediações em situações que provocam atitudes desagradáveis, por isso é importante que cada profissional possa agir com ética, tomar decisões  implica em agir de maneira justa e adequada sem ultrapassar os diretos de cada um, na sala de aula o professor para que ele tenha uma melhor desenvoltura ele deve pegar sua caixinha de valore e guardar para si, ao administrar  uma sala de aula com diversos alunos “crianças”, cada um tem uma cultura diferente, costumes diferentes, e ações diversa, o que a ética faz??? Ela proporciona na politica o campo que introduz a criação dos direitos, e a ética é o campo que firma esses direitos sendo eles concretizados. 


Politicas e Legislação Educacionais 

O Currículo no Brasil sofreu forte influência estrangeira principalmente nos anos 60 e 70. A primeira influência durou até o início até o inicio dos anos 80. Momento em que houve a insistência do pensamento americano, mas acabou por levar a ter uma resistência a esse modelo por conta das circunstâncias políticas, econômicas, culturais e educacionais do nosso país em divergência com o contexto internacional. Logo após aconteceram importantes mudanças políticas e econômicas tanto no cenário nacional como no panorama internacional. É quando entra o MEC modificando com os Parâmetros Curriculares Nacionais, com o objetivo de  alcançar a educação em uma esfera mais capacitada, competitiva na intenção de atender as exigência do mercado de trabalho.
Consequentemente, o currículo obtêm uma missão importante para transformar a educação, em construir um  cidadão como elemento ativo ou passivo no espaço público (social). Entra a lei permitindo que haja reformas a fim de alcançar sucesso na implantação do currículo no que leva ao resultado. No entanto a educação brasileira ainda requer grandes mudanças neste currículo para que exista concordância e que a política educacional se preocupe na transmissão do saber, e da consciência dos direitos do cidadão ao invés da sustentação do poder. 
Entendemos que a Política e Legislação Educacionais deveriam estar direcionadas no poder daqueles (a) que conhecem verdadeiramente os problemas e que estejam inseridas no contexto do próprio país, só assim serão fatores contribuintes para a elaboração do currículo para que se a educação possa ultrapassar limites. A legislação educacional esta aplicada diretamente para intervir na transformação por meio da reformulação do currículo, dada a sua importância ela é um suporte imprescindível para que esse avanço aconteça.



Organização Do Trabalho Pedagógico
       
Numa concepção geral a Organização do Trabalho Pedagógico tem como objetivo, planejamento, estruturação para que funcione e sistematização. A partir da compreensão da organização do trabalho pedagógico na escola, torna-se necessário constituir uma base teórica para analisar o trabalho do pedagogo.
     As Diretrizes Curriculares Nacionais se articulam com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica e reúnem princípios e procedimentos, definidos pelo Conselho Nacional de Educação, no sentido de orientar as políticas públicas educacionais e também na elaboração, o planejamento, a execução e a avaliação das propostas curriculares das escolas.
    Dentro da visão Curricular da organização e formulação do trabalho pedagógico O currículo do Ensino Fundamental é constituído pelas experiências escolares que se envolvem em torno do conhecimento, influenciados  pelas relações sociais, articulando-se com   as vivências e saberes dos estudantes a partir dos  conhecimentos acumulados e contribuindo para construir as identidades dos estudantes.
       A partir destas considerações este trabalho tem por finalidade, de acordo com o projeto político pedagógico, a participação de todos na gestão escolar, professores, diretores, coordenadores, todos os que fazem parte do âmbito escolar, inclusive os pais dos alunos.
Para que esse projeto funcione existem os princípios norteadores, dentre eles BASE NACIONAL, CURRÍCULO E CONTEÚDOS. Que tem como objetivo o desenvolvimento do currículo a formação básica deve estar articulada às áreas do conhecimento e as dimensões da vida cidadã: saúde; sexualidade; vida familiar e social; meio ambiente; trabalho; ciência e tecnologia; cultura; linguagens.
Além disso, define Componentes do Currículo e as áreas de conhecimento, estabelecendo a articulação dos componentes curriculares, aos conteúdos em todas as áreas do conhecimento fazem parte não só da vida escolar, mas também os saberes da cultura. Abrange os temas contemporâneos e devem estar articulados aos conteúdos históricos da sociedade, e devem permear o desenvolvimento da Parte Diversificada do currículo.
        O currículo na perspectiva do desenvolvimento humano precisa ter, também, como referência conhecimentos de Psicologia conceitos antropológicos e também Linguísticos. O princípio da educação enquanto direito como eixo do currículo busca pelo desenvolvimento do trabalho coletivo dos professores e equipe pedagógica para assegurar a formação dos estudantes. Perceber as relações entre Currículo e Organização do Trabalho Pedagógico tem atribuições no que tange a cultura da construção do conhecimento escolar como característica da escola democrática, que reconhece a pluralidade  e a diversidade, entendida como a construção histórica cultural e social das diferenças, são elementos indispensáveis na construção do processo educativo.





Psicologia da aprendizagem e currículo

O papel da  psicologia da aprendizagem  é fornecer auxílio para  desenvolvimento e elaboração do planejamento Curricular da Escola, dessa forma ela já tem uma relação com o currículo, levando a ter uma maior compreensão e conhecimento no que se refere ás várias fases do desenvolvimento do ser humano, e uma melhor compreensão sobre a aprendizagem e  das maneiras que a torna mais eficiente e fácil de ser assimilada e compreendida. 
Quando se refere á educação e ao ensino, a Psicologia da aprendizagem tem o papel de mostrar, que é através da interação entre professor e alunos, que existe a possibilidade de se adquirir o saber e cultura. Entra nesse papel o professor, que nesse processo é fundamental, o seu dever é buscar estruturar condições para ocorrência de interações entre docente- discente -objeto de estudo, para um melhor conhecimento.
Na contextualização curricular dentro da Psicologia da aprendizagem, é preciso que o currículo trabalhe de forma á fazer com que a aprendizagem seja significativa, ou seja, que o conteúdo seja significativo e que o aluno esteja motivado a relacionar aquilo que aprende com o que já sabe. E que  principalmente leve a importância da funcionalidade (uso de conhecimentos do cotidiano).

terça-feira, 21 de maio de 2013

Curiosidades do "MUNDO EDUCACIONAL"


Entenda a Base Nacional Comum e sua importância na educação do país


Diretrizes garantem conhecimentos mínimos para exercício da cidadania...


          Como o próprio nome diz, a Base Nacional Comum refere-se ao conjunto de conhecimentos que deve ser comum a todos os alunos do ensino fundamental e médio, independente da escola, ou região. Estabelecida a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, a Base Nacional prevê também que as instituições de ensino articulem seus currículos respeitando suas características regionais, culturais, sociais e econômicas. É a chamada Parte Diversificada, que complementa o currículo básico, contextualizando justamente o ensino em situações específicas.

            A Base Nacional Comum está organizada em quatro áreas do conhecimento, abrangendo Linguagens e códigos (Língua Portuguesa, Literatura, Artes e Educação Física), Ciências da natureza (Física, Química e Biologia), Matemática e Ciências humanas (História, Geografia e Filosofia). Conforme estatuto do Ministério da Educação, os conteúdos contemplados nessas áreas, incluindo conceitos sobre os fenômenos, processos, sistemas e operações, são essenciais aos valores e práticas sociais indispensáveis ao exercício de cidadania plena. “A LDB determina as áreas de conhecimentos básicos para a formação de todos nós, o que o brasileiro deve saber para garantir a unidade nacional. Ao mesmo tempo, ela permite que a escola dialogue com questões mais próximas com a parte diversificada”, lembra Sandra Garcia Regina, coordenadora geral de Ensino Médio da Secretaria de Educação Básica do MEC.

            Segundo explica a coordenadora, a base nacional não é para ser vista com rigidez, ou como uma espécie de padronização do ensino brasileiro. “Além dos conhecimentos tradicionais, existem outros também necessários à formação do indivíduo. São eles os conhecimentos contemporâneos, que incluem ética, meio ambiente, sexualidade, cultura digital e economia, dentre outras. O currículo precisa ser mais ativo. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional não é rígida, pois ela determina as áreas de conhecimentos e dentro delas as disciplinas têm que dialogar”, destaca a coordenadora.


            Conclui-se que a base nacional de acordo com a reportagem, é um conjunto de conhecimentos que deve ser comum a todos os alunos, o que podemos associar com os parâmetros nacionais da educação ele busca uma personalização igualitária para todos, sendo que ele permite que o currículo tenha liberdade de dialogo e que seja ativo, a LDB permite que além do padrão que é exigido no currículo ele tenha seus bônus extras, para que ele tenha sua interdisciplinaridade juntamente com a transversalidade e que se interliguem proporcionando um melhor aprendizado, fazendo com que as crianças se interessem e se esforcem, e claro trazendo os conteúdos essa base do conhecimento para dentro do contexto social da criança, o importante é trazer para o aluno que os conteúdos que ele vai ter que aprender seja de extrema significância pra ele.

Referencia: http://redeglobo.globo.com/globoeducacao/noticia/2011/09/entenda-base-nacional-comum-e-sua-importancia-na-educacao-do-pais.html




"Pesquisa mostra que 30% das escolas públicas não têm espaço para educação física"

Uma pesquisa realizada pelo Ibope e divulgada nesta quarta-feira mostra que 30% das escolas públicas brasileiras não possuem espaço destinado para a educação física. O estudo, que ouviu professores e diretores de 458 escolas pelo país, ainda identifica a falta de um programa de ensino de qualidade para a disciplina, considerada fundamental para o desenvolvimento do esporte educacional.
A pesquisa foi encomendada pela ONG Atletas pela Cidadania, pelo Instituto Ayrton Senna e pelo Instituto Votorantim. Por telefone, o Ibope entrevistou um professor e o diretor das instituições em questão, que aponta uma margem de erro de 5%.

“Alguns sinais aparecem neste estudo. A primeira é a da infraestrutura, que é deficiente em áreas rurais e no Nordeste. A segunda se refere à disciplina na prática, que não tem um objetivo claro e pode ser aprimorada. O lado positivo é que os professores são jovens e estão altamente satisfeitos em suas funções, o que é muito bom”, disse Ana Moser, diretora da Atletas pela Cidadania e experiente na questão do esporte educacional.

De acordo com a metodologia do Ibope, o “espaço para educação física” não é apenas uma quadra poliesportiva, o que pode explicar o número considerável de escolas sem a estrutura adequada. Na área rural, só 50% das escolas têm o local adequado para disciplina, enquanto no Nordeste esse índice cresce para 51%.

A carência fica mais evidente na análise da formação dos professores, considerada adequada no cenário global, já que 44% dos docentes têm pós-graduação e outros 36% pelo menos uma licenciatura no ensino superior. Cerca de 6%, no entanto, têm apenas o ensino médio completo. Entre esses professores com baixa formação, 82% trabalham na área rural e 72% no Nordeste.

O contentamento em trabalhar com educação física, no entanto, contagia quase todos os professores. Segundo a pesquisa, 72% dos entrevistados dão notas entre 8 e 10 quando perguntados se gostam de sua profissão, sendo 0 a nota para “muito insatisfeito” e 10 para “muito satisfeito”.

Se o estado de espírito dos professores não preocupa, o mesmo não se pode dizer do que é feito em sala de aula. Embora apontem como objetivos da educação física desenvolver nos alunos “atitudes para uma vida saudável” e “habilidades de colaboração e comunicação nos alunos”, 78% dos entrevistados dizem avaliar os alunos pelo desempenho nos exercícios físicos.

“A pesquisa é uma fotografia que a gente precisava ter de como estão as escolas públicas no Brasil. Nós sempre cobramos muito investimento, mais insumo, mas podemos também trabalhar melhor a metodologia dos professores”, disse Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna.

           Compreendemos e sabemos que, a qualificação dos professores é de extrema importância para atuação, quando esses professores estão acomodados e mal qualificados podemos enfrentar uma má preparação na formação desses alunos, a importância da Educação física na formação do aluno é extremamente importante, que além de estimular para habilidades do esporte, que poderão proporcionar um futuro exemplar para esse aluno , tem também a importância de praticar exercícios físicos para prevenir doenças e até para proporcionar uma qualidade de vida melhor.

Referencia: http://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/2012/03/28/pesquisa-mostra-que-30-das-escolas-publicas-nao-tem-espaco-para-educacao-fisica.htm

Estudo mostra quadro caótico da infraestrutura das escolas 29/05/2013

Segundo o Site da Folha Dirigida, por Thiago Lopes , foi elaborado um estudo por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) constatou que quase metade das escolas públicas brasileiras de educação básica sofrem com a ausência de equipamentos pedagógicos considerados importantes para a garantia de uma aprendizagem de qualidade. Além disso, apenas 0,6% têm prédios considerados completos, inclusive para para alunos com deficiência.

              Das 194.932 unidades analisadas, 44% estão no nível elementar, o mais baixo da escala criada pelo estudo. Estas escolas contam apenas com água encanada, sanitário, energia elétrica, esgoto e cozinha em sua infraestrutura. Nelas, não há, por exemplo, bibliotecas, quadras e laboratórios para os alunos usufruírem durante os estudos. A quantidade de instituições de ensino ouvidas representa o total de unidades que estavam em funcionamento em 2011 e que responderam o Censo Escolar daquele ano, cujas informações serviram como base para a pesquisa intitulada “Uma escala para medir a infraestrutura escolar”, de José Soares Neto, Girlene Ribeiro de Jesus e Camila Akemi Karino, da UnB, e Dalton Francisco de Andrade, da UFSC.

              Os dados do estudo, que classificou as escolas em quatro categorias de infraestrutura, revelou grande desigualdade entre as regiões do país. Na região Norte, 71% das unidades podem ser consideradas no nível elementar, o mais precário. No caso do Nordeste, apesar de o índice ainda ser alto, cai para 65%. No Sudeste, Sul e Centro-Oeste, o maior percentual está no nível básico, um acima do elementar. Em todas as regiões, a taxa de colégios públicos classificados como de infraestrutura avançada, o mais completo, não passa de 2%.

              Também há diferenças quando analisadas as redes escolares. Entre as federais, 62,5% podem ser consideradas adequadas e avançadas. Nas estaduais, 51,3% são básicas e, considerando as municipais, 61,8% foram classificadas como elementares.

              A metodologia adotada foi a Teoria de Resposta ao Item (TRI), mesma utilizada pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No estudo, os pesquisadores analisaram as variáveis de acordo com a necessidade em cada nível de ensino, já que um berçário, por exemplo, não precisa existir em uma escola de ensino fundamental.


Ao analisarmos esta reportagem podemos ver o descaso em que se encontram nossas escolas, são tantas verbas distribuídas para tantos lugares, e a educação de lado. A maioria dos projetos como sempre, só no papel.



Referência: http://www.folhadirigida.com.br/fd/Satellite/educacao/noticiario/Estudo-mostra-quadro-caotico-da-infraestrutura-das-escolas-2000044986383-1400002102372

terça-feira, 7 de maio de 2013

Entrevista





Tema: Contribuição da Educação Física na Educação Infantil e nas Séries Iniciais.
Publico alvo: Escola Particular ( Professora Ruth)
Localidade: Ceilândia (Distrito Federal)          
                 
Realizamos esta entrevista pessoalmente, com a professora de Educação Física de uma escola particular em Ceilândia, para obtermos melhor conhecimento a respeito da contribuição da Educação Física no meio escolar e principalmente como ela é desenvolvida e aplicada na Educação Infantil e nas demais series.


ENTREVISTA
1- Qual o objetivo principal de se trabalhar a Educação Física na Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental? Como é a sua aula?
Resposta.:

O objetivo é de se trabalhar a coordenação motora e a psicomotricidade, além das  habilidades básicas como: andar, correr e saltar. Mas por conta de muitos pais terem medo das crianças  se machucarem e por superprotegerem acaba por fazer alguns alunos  não desenvolverem as habilidades básicas.
Nessa fase é bom que se trabalhe a ludicidade com as crianças e as brincadeiras esportivas, não necessariamente o esporte. Cada criança é uma idade, na educação infantil eu trabalho: saltar, andar de um pé só, para ver se tem equilíbrio; lateralidade, direita e esquerda. Eu coloco eles em  cima de uma muretinha para eles abrirem os braços e irem andando para ver o equilíbrio  em cima de um lugar mais alto que o outro, isso tudo eu trabalho de acordo com a idade. Os alunos de 5° ano já da para trabalhar com o futebol, começo a fazer algumas técnicas da modalidade do vôlei, já começo á introduzir brincadeiras de três cortes, pois o vôlei mesmo eles ainda não conseguem fazer ainda.  Dentre outras...

Analise: Tendo em vista os aspectos observados na resposta da professora, percebe-se que as habilidades básicas que as crianças ao atingir uma idade mais avançada  deveriam ter como : andar, correr e saltar , ainda não fazem parte do desenvolvimento motor de muitas delas. Faz-se necessário um maior apoio dos pais ou responsáveis para o desenvolvimento da psicomotricidade da criança, esse apoio é dado quando deixam as crianças participarem das aulas práticas, colocam disciplina ao utilizar videogames, computadores.... para que a criança não se torne sedentária desde cedo.
2- Como a Educação Física pode contribuir para uma maior e melhor relação entre escola e comunidade?
Resposta:.
 Ela pode contribuir para que os alunos possam adquirir na disciplina,  o entendimento de comandos, eles ficam mais ligados que em sala. Pois na Educação física eles pensam “ou eu faço direito, ou eu perco”. Então eles ficam mais ligados nos comandos, na brincadeira, na diversão pois se não fazer não vai jogar, se bater no coleguinha, não vai brincar, existem regras. E se eu imponho isso desde o primeiro dia de aula, mesmo tendo em vista algumas crianças que a gente não consegue disciplinar. Mas nós nunca utilizamos a palavra “castigo”, ou eu falo para pensar, mas por conta de alguns pais falarem castigo eles acabam pensando, “ah a tia me colocou de castigo”, mas não sai da boca das professoras, pois a escola não permite esse termo.
Posso dizer também que existe uma contribuição, que faz com que eles aprendam a trabalhar em equipe, pois um precisa do outro para jogar. Isso faz com que muitos tirem o seu egocentrismo desde pequeninos.

Analise: Ao observar a resposta encontrada pela professora, “mesmo tendo em vista algumas crianças que a gente não consegue disciplinar”, levanta-se uma questão sobre o porquê que ainda existe alunos dessa forma? Será o ambiente familiar em que a criança está inserida, ou o tratamento dos pais, ou  a falta de acompanhamento dos estudos de seus filhos, além de muitos ensinarem seus filhos á serem melhor que os outros? Acreditamos que sim. Assim como existem famílias que apoiam os filhos, disciplinam da forma correta e  ensinam o caminho, também existem aqueles que infelizmente, a escola ensina de uma forma e dentro de  casa  eles ensinam de  outra. Por isso concordamos que o corpo escolar deve se manifestar mais na busca de uma solução para esses alunos, e não apenas dizerem “ sempre existem aquelas que a gente não consegue disciplinar”.        
3- A escola onde você atua promove algum projeto preventivo ou interventivo, vinculado á prática de jogos iniciais para o esporte? Caso positivo, relate.
Resposta:.
 Interventivo não, mas preventivo mesmo é vir de tênis, pra não acabar machucando, as meninas virem de short ou calça de malha.

Analise: Analisamos que a escola necessita de um projeto interventivo no qual trabalhe com aqueles alunos que estejam acima do peso, dando  atividades diferenciadas de forma que este problema venha ser amenizado com atividades físicas, e terão também  com maior intensidade uma conscientização especifica. Além de estabelecer metas para o aluno a partir da identificação dos déficits apresentados, a identificação da melhor atividade para o aluno e também a intensidade e a frequência desses exercícios.
4- A escola promove algum campeonato de jogos entre os alunos? Como é realizado?

Resposta:. Para os alunos do 5° ano têm as olimpíadas onde os pais e famílias podem participar. Os alunos jogam queimada e futebol. Os pais jogam futebol junto com os filhos, e eles se divertem bastante, porém os pais não podem fazer gols somente os pequenos. Para o pequenos da Educação Infantil são feitas gincanas como : Pular saco, cabo de guerra etc..
Analise:. Estimular a competitividade juntamente com a harmonia da família proporciona para criança um momento especial, isso faz parte do papel da escola que é abrir as portas para que os pais tenham uma participação ativa com seus filhos. Essa atividades estão inseridas no planejamento da escola com intuído de proporcionar a diversidade, seus limites, suas possibilidades de forma divertida.
5- A escola cria oportunidades para os alunos do 5° ano treinarem alguma modalidade esportiva no contra turno? Como funciona?
Respostas:. Sim a escola proporciona varias modalidades de esportes que pode está auxiliando a criança a se desenvolver, aí ele pode optar na: natação, futsal, futebol, vôlei de areia, dentre outras, mas  não é obrigatório, quem escolhe são as crianças ou pais e responsáveis.
Analise:. O aluno tem a oportunidade de praticar esportes, isso é importante para seu desenvolvimento, tanto como cognitivo e como motor, a educação física para os alunos é um estimulo, orienta quais caminhos esse aluno poderá seguir, tanto como profissional ou como Robin.
6- A escola onde você atua fornece material para a prática da aula e infraestrutura adequada? Explique.
Resposta:. A escola fornece sim o material e estrutura também, mas  eu queria que tivesse um campo maior como o da escolinha onde as crianças treinam a modalidade no contra turno. Pois eu fico com os espaços menores, para montar minhas atividades que é o lúdico, como eu disse no início, mas são espaços que dão para render as aulas.

Analise:. O desenvolvimento psicomotor da criança depende de uma boa preparação dos professores, com brincadeiras que estimulem suas habilidades. A escola deve ser a principal mediadora a disponibilizar esses espaços, além de parecer ser somente uma disciplina que proporciona a diversão ela tem um papel fundamental no desenvolvimento da criança. Sendo que essa disciplina consta no currículo escolar, e deve se adequar ao contexto social da criança o meio em que ela vive, trazendo significados e despertando o interesse em participar dessas aulas sendo que ela é muito importante.
7- A Educação Física  pode vir a contribuir para que os alunos tenham um melhor relacionamento entre eles, e um bom desempenho nas outras disciplinas? Comente.
Resposta:. Com certeza. Primeiro porque na realização dos jogos, no lúdico eu preciso do outro e não  vou fazer o gol sozinho, para se ter um time é necessário o outro, para ter o goleiro eu preciso de outra pessoa, então trabalhamos na criança o aprender a precisar do colega. Eu sempre coloco alguma atividade onde as crianças façam em dupla, ou grupos.
Um exemplo é quando eu dou uma atividade onde são divididos dois grupos, um atrás do outro  sentados com espaço, pois se ficarem em pé já vira bagunça. Depois dou a bola para o último da fila, aí eles vão passando a bola para o primeiro da frente, vai passando, passando, até que quando chega no início, no primeiro, vai fazer zigue zague entre eles, depois vai pro final e , passando de novo a bola. Sendo assim eu sempre coloco atividades de socialização, não gosto de colocar atividades onde fica um contra o outro.
A educação física ajuda e muito nas outras disciplinas, acredito que faz com que a criança tenha mais disposição e energia para se fazer qualquer outro tipo de atividade.

Analise:.
Para que se estabeleça um bom relacionamento entre os alunos, é necessário que haja uma interação entre eles, e isso na realização de atividades físicas é mais que comum, na verdade é impossível de se trabalhar individualmente, algo que exige trabalho em equipe, ou seja, porque um precisa do outro para realizar tal atividade. Além disso, traz benefícios não semente para a vida do estudante, mas também para as outras áreas do conhecimento já que depois da realização de esportes ou brincadeiras lúdicas eles têm mais disposição para as outras disciplinas.
8- Há alunos com restrições para a realização de atividades físicas na escola? Caso positivo, quais são tais restrições e como a escola atende estes alunos no horário em que os demais estão realizando tais atividades?
Resposta:.
Sim. Mas todos os alunos que tem essa dificuldade eu procuro incluir dentro da minha aula, a criança  com TDH, eu sempre coloco para me auxiliar, levando o saco de bola, eles gostam, isso já evita que ele bagunce, isso faz com que a criança se sinta útil, e com o tempo  ele vai aprendendo que quando não há bom  comportamento a professora não pode mais chamar para ajudar. O aluno que tem anemia falciforme, eu não posso dar uma atividade que requeira muito esforço como das  outras crianças, incluo eles de acordo com o que podem fazer, envolvo eles em alguma coisa. Se não pode correr, vai ser goleiro, se não pode jogar com medo de quebrar o óculos coloco no meio de campo só guardando a bola.
Na queimada se está com o braço ingressado, ou é cadeirante eu  coloco para ficar  do meu lado para apitar o jogo, prestando atenção. Acredito que  o certo é incluir não importa onde, mas dentro do que ele(a) podem fazer. Se não pode de forma alguma, observa a aula, mas tem que ir, ou escrever alguma coisa que observou.

Analise:.
É comum que tenha alunos com restrições á realizações de atividades físicas, e a partir disso é que se estabelece a necessidade de incluí-los na realização das mesmas. Não precisa necessariamente fazer os que o que os alunos que não tenha nenhuma restrição fazem, mas sim fazer com que eles participem e interajam com os outros e não se sintam excluídos. Preparar o aluno para uma vida saudável é fundamental, estimular a essa prática como uma atividades pedagógica.

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Memorial reflexivo



Olá Pessoal meu nome é Kamila Rebouças! Sou estudante de Pedagogia do Centro universitário "IESB", e já estou cursando o 3° semestre...
         
           Ao escolher fazer Pedagogia, foi primordialmente uma das minhas primeiras escolhas, tudo começou na infância, momento decisivo, mas ainda incerto devido a muitas escolhas que temos que fazer, e no decorrer da minha formação tive muitas oportunidades então, comecei a fazer um curso Técnico em Informática apesar de amar muito a informática preferir não segui na área, procurei tentar ligar meus conhecimentos em algo que eu realmente me apaixonasse, foi aí onde tudo se encaixou, tirarei todas as duvidas que encadeavam a minha mente, foi quando me ingressar na faculdade tive a certeza, vou fazer Pedagogia.  Desde a minha infância, os meus pais me incentivaram muito a estudar, até mesmo meus familiares que atuam e outros que já atuaram na educação participaram desse processo que eu passei para escolher uma profissão, um curso para desempenhar as minhas habilidades.

Sempre busquei desempenhar aquilo o que eu realmente gostava de fazer, e o que nos dá prazer e satisfação em executar com excelência, e quando eu tinha uns Oito anos de idade, eu gostava muito de dar aula sozinha ou pra minha irmã. A identificação com a profissão é importante, buscar meios para que isso ocorra também é de extrema importância, minha família, meus professores me incentivaram muito, e até hoje continuo a ser incentivada por eles. A pedagogia além de ampla e vasta no mercado de trabalho nós possibilita alvos excepcionais que muitos não sabem e criticam bastante.  
   
                                                                                

  Olá me chamo, Vanessa Pereira dos Santos Abreu. 




Tenho 18 ano nasci na Ceilândia, e passei minha infância e o início da minha adolescência lá. Comecei a estudar com três anos de idade, em uma escola infantil particular “Mundo Encantado” na Guariroba, onde eu adorava estar.  Estudei lá aproximadamente sete anos, logo após ingressei no Centro de Ensino Fundamental 10 da Ceilândia, na qual deveria estar na antiga 1ª Série, porém a professora percebeu que eu estava mais avançada em termos de aprendizagem que os outros alunos da mesma classe, eu estava alfabetizada sabia ler, escrever e realizar operações matemáticas, enquanto os outros não sabiam quase nada. Logo que a professora apercebeu isso, chamou minha mãe na escola e, perguntou-a se ela não queria me adiantar de série, explicando os motivos, ela aceitou justamente pra eu entrar numa classe na qual eu conseguisse acompanhar. Isso foi ótimo para mim. Segui estudando na mesma escola, até que em 2008 minha família iria se mudar para o Cruzeiro Novo, no meio do ano, porém eu estava no meio do ano letivo, e se eu mudasse de escola me prejudicaria. Passei o resto do ano morando com a minha avó que mora na Ceilândia, e conclui o ensino fundamental.
                No mesmo ano me mudei para o Cruzeiro, e comecei o meu ensino médio no CEd 02,no começo foi uma experiência terrível, pois eu não conhecia ninguém, e com isso minha adolescência foi muito triste no começo, mas com o tempo fiz novos amigos, e deu tudo certo.Conclui meu ensino médio na mesma escola, que por sinal foi a melhor que já estudei, ela é uma escola pública, mas que o nível de aprendizado lá é muito alto.
                Ao final do 3º ano, eu ainda não sabia o que fazer, estava meio perdida, pedagogia nunca foi minha primeira opção, estava numa dúvida tremenda, no início queria fazer letras Espanhol, só que aí pensei em dar aula pra adolescente, que não era mesmo o que eu queria. E como pedagogo não é um profissional muito bem valorizado, não achava interessante essa opção, por não conhecer bem o que um pedagogo faz, pensei que se resumia só em dar aula. Fiquei interessada na área e comecei a pesquisar mais sobre a formação.
             No ano de 2011 conclui o ensino médio, e de imediato quis ingressar no ensino superior, para não perder tempo, já que terminei antes do tempo com 16 anos. Meus pais me deram muito apoio, por mais que eles quisessem que eu estudasse medicina, direito ou engenharia, tendo em vista somente a parte financeira, mas não tenho talento nenhum para nenhum desses caminhos, não tem nada a ver comigo. E a área da Educação me encanta, e quando comecei a estudar de fato em 2012, só fez com que crescesse mais a cada dia essa paixão.  Não é fácil, porque exige muito esforço, comprometimento e determinação.
               E com tudo isso, cheguei ao terceiro semestre, e consegui um estágio no Sigma. É cansativo, mas está dando para conciliar, e esse contato direto com as crianças está sendo muito importante para minha formação, porque estou vivenciado na prática aquilo que vejo na teoria.   Por mais que eu ache lindo o ato de educar, prefiro me especializar na área de Gestão, supervisão, orientação escolar. 




"Olá galerinha, Sou Loraine Rebouças "


         Me chamo Loraine, nasci e cresci em Brasilia - DF. Conclui o 2° ano do ensino médio com meus 17 anos, porém só iniciei o ensino Superior com vinte ano por motivos financeiros.
Ao escolher esse o curso de "Pedagogia" fui bastante incentivada pelo meu pai que é formado na área foi uma forte influência para que eu escolhesse definitivamente, entretanto muitos diziam que era melhor escolher um curso que desse mais dinheiro, pois o curso de Pedagogia não é valorizado. Mas mesmo assim eu fiz minha matricula na faculdade e estou aqui, lutando para ser uma Pedagoga que faça a diferença no campo educacional, concordo com a mudança de paradigmas.
Pretendo com minha a futura formação lecionar em sala de aula como professora das series iniciais e aplicar o que for possível dos meus conhecimentos e práticas para melhoria da educação, afim de leva-los á uma total dedicação aos estudos e pensamentos de seu futuro promiscuo.


Registro das aulas

Diário de bordo


Aula - 01,02 e 03

             Iremos relatar as seguintes aulas que deram inicio ao semestre, o nosso primeiro dia de aula com o Professor Leandro começou no 18 de Fevereiro de 2013, foi presentado e exposto à turma a trajetória da sua vida profissional e explicando as habilidades especificas do curso de pedagogia, e suas experiências no âmbito educacional.

            No dia 04 e 11 de Março continuamos a obter maiores informações sobre a disciplina a ser estudada no decorrer do semestre “currículo e diversidade”, logo em seguida foi passado um questionário na qual visava um conhecimento prévio dos alunos fazendo assim uma "Avaliação diagnostica" onde o objetivo era testar nossos conhecimentos dentro das  perguntas elaboradas, a principio se perguntava o “porque” da escolha do curso de pedagogia e o que pensávamos a respeito do termo currículo até então, logo após, foi  apresentado o plano de ensino da disciplina “currículo e diversidade,  explicando métodos de avaliação, conteúdos a serem estudado no decorrer do semestre, datas das avaliações e trabalhos.
            Em um segundo momento o professor o plano de ensino de Projeto Integrador, explicando como elaborar o portfólio, na qual tinha que conter: um memorial para cada integrante, diário reflexivo (registros das aulas). Também explanou os objetivos do portfólio que é desenvolver a capacidade do professor cursista refletir e avaliar seu próprio processo de formação de aprendizagem, desenvolver a capacidade de síntese e trabalho. 

Ao analisar a aula, podemos conhecer melhor tanto a disciplina currículo, quanto a vida profissional do professor. E as questões passadas para os alunos, sobre o que entendíamos por Currículo, foi de suma importância, até para avaliar nossos conhecimentos até então. Em um segundo momento foi explicado a estruturação do Projeto Integrador, todos os detalhes e tudo o que a pesquisa deveria conter. Contribuindo para nossa vida acadêmica, e nos fazendo ter mais facilidade com a preparação de pesquisas de campo.


Aula – 04

Conceitos de currículo

  •  Bobbitt (1918): mérito de ter iniciado as teorizações sobre o currículo.
  •  Dewey entendia o currículo como algo dado para o professor; Bobbitt como algo dado para o aluno.
  • Dewey: os conteúdos curriculares são sinalizações para mostrar ao mestre quais são os caminhos abertos à criança.

John Dewey
  •   Pedagogo liberal;
  •   Defensor da Escola Ativa/Escola Nova;
  •   Traduzia para a educação o liberalismo político-econômico dos EUA;
  •   Priorizava o aspecto psicológico da educação, em prejuízo da análise da organização capitalista da sociedade.
  •   Conjunto de experiências oferecidas aos alunos sob a orientação da escola.
  •   Programa de conhecimentos verdadeiros, válidos e essenciais, que se transmite sistematicamente na escola, para desenvolver a mente e treinar a inteligência.
  • Currículo é um plano de aprendizagem.

Concluímos que o currículo passou por um longo processo que  o modificaram e equilibram sua estrutura, sendo que a escola tradicional possuía o punho religioso se baseando na fé e na igreja , já os positivistas tinha sua idealizações  na ciência, na razão e na filosofia (Ensino formal estruturado quando está inserido no currículo). Com isso, surgiu os manifestos dos pioneiros em 1932, defendendo a escola nova  e a laicidade, ou seja um ensino que não tenha um punho religioso.


Aula- 05


          Iniciamos com o conteúdo ”Raízes Teóricas do currículo no Brasil” onde obtivemos mais informações sobre o que é currículo na escola tradicional e na escola moderna. Os pensamentos brasileiros sobre o currículo não são nativas, mas sim de origem estrangeiras só se deu inicio na década de 1950 (Introdução ao estudo do currículo da escola primaria de Roberto Moreira). O currículo formal pode ocorrer dentro e fora da escola, e possuí duas concepções da escola tradicional e da escola moderna (crítica e pós- críticas).
           O currículo é tudo aquilo que acontece na vida da criança, de seus pais e professores; no decorrer desse processo o currículo foi se conceituando através de seus teólogos tais como;
Bobbitt foi um dos privilegiados a iniciar suas teorizações sobre o currículo, seu entendimento sobre o currículo é que ele era algo dado para o aluno. Sua visão era econômica.
Dewey um teólogo que defendia o entendimento do currículo com algo dado para o professor, acreditava-se que os conteúdos eram mostrados para os professores quais seriam os caminhos para preparar para criança. Seu pensamento deve grande repercussão no Brasil até por defender a prática educativa com um olhar pedagógico, diferente do pensamento de Bobbitt.
Tyler tinha uma visão ligada a administração cientifica (Taylorismo) centrado no poder, no mercado de trabalho e na industrialização, seguindo uma linha de pensamento que uns pensam e outros executam, trazendo pra o contexto escolar dentro dessa linha de pensamento, a hierarquia nesse caso seria Direção X Professores na Gestão Tradicional. Tyler e Bobbitt tinha uma relação em comum nos seus pensamentos em sua tendência tecnicista liberal econômica.

            No entanto entendemos que o currículo passou por um processo longo até obter a sua própria forma propriamente dita, o que é interessante é que o currículo ele é elaborado para que possa ser aplicado nas crianças, ele envolve todo um contexto social para que o aprendizado tenha êxito, sendo que existem varias vias de acesso pelo qual o aprendizado é efetuado, através dos: Conteúdos, atividades e dos resultados.

Aula - 06

        Na aula de hoje estudamos sobre “Componentes do currículo”, onde o professor explicou sobre algumas das características da Escola Nova e Tradicional.
Entendemos que a via de acesso pelos conteúdos, na qual as intenções educativas se concretizam a partir de uma análise dos conteúdos, foi uma alternativa dominante até a década de 50, momento em que foi acusada de se associar á “Educação tradicional”.
A partir do momento em que a via de acesso passa a ser pelos resultados esperados, temos uma visão de uma Escola Moderna.
         Para finalizar tal assunto, o professor explicou sobre Gagné, que em sua proposta dizia ser correto o aluno começar a desenvolver atividades do mais simples ao mais complexo, propondo também a distinção entre 5 possíveis-tipos de resultados da aprendizagem escolar. São elas: habilidades motoras, atitudes, informação verbal, habilidades intelectuais e estratégias cognitivas.

           Ao analisar os assuntos tratados nesta aula concluímos que, apesar das idéias para melhoria do currículo escolar, principalmente com a abertura da Escola Moderna, hoje ainda existem escolas com sistemas que trabalham apenas de forma tradicional, ainda precisa-se de maior interesse em novas formas de se planejar o ensino por parte de alguns educadores.

Aula - 07

            Nesta aula, iniciamos uma atividade avaliativa, que nos ajudou ampliar os nossos conhecimentos em relação ao Currículo.
As questões foram as seguintes:
1.      Aborde a relação entre currículo e os desafios da sociedade.
2.       Dentre os conceitos de currículo apontados, qual o chamou mais a sua atenção e por quê? O que mudou, até o momento, acerca do seu entendimento sobre o termo currículo?
  
     A escola e o currículo esta diretamente vinculada ao contexto social, sendo que sua influencia é demasiadamente econômica, onde ocorre uma centralização do poder politico, a fim de promover a reforma educacional que reflete no desenvolvimento educacional.
Ainda é predominante do currículo a exclusão e a seletividade social, entretanto a sociedade necessita de práticas  que superem a “Cegueira Multicultural”.

          Concluímos que o entendimento do currículo são as experiências vividas pelos estudantes sob orientação da escola, incluindo o contexto social dos mesmos, e atribuindo um conjunto de conhecimentos que estão propostos no currículo para que o aluno tenha um padrão de conteúdos organizado para serem absorvidos no decorrer se sua formação.

Aula - 08

          Hoje o assunto tratado foi de grande relevância para o nosso entendimento com relação aos tipos de avaliação que existem.Aprendemos a identificar a Avaliação classificatória sua forma é tradicional, nela o professor é unilateral, e tem por objetivo qualificar os resultados, ou seja, através das notas obtidas (somatória); Avaliação  Inicial (diagnóstica), que ocorre no início do processo de avaliação e tem por objetivo identificar os elementos que indiquem a fragilidade de elementos frágeis e fortes e perceber se o aluno já tem conhecimento básico do assunto a ser tratado na aula; Avaliação Formativa que ocorre durante o processo de aprendizagem do aluno, ela tem a função de avaliar o educando durante todo o percurso e utiliza-se de vários instrumentos avaliativos além da nota, sendo assim seu objetivo é d e proporcionar a ajuda pedagógica mais adequada em cada momento e Avaliação Somatória,que  ocorre no final do percurso e serve para saber se o nível de aprendizagem alcançados pelos alunos de certos conteúdos é suficiente para perfeitamente a aprendizagem de outros conteúdos que se relacionam com os primeiros.

        Ao analisar os tipos de avaliação acreditamos serem de grande importância para o professor no que diz respeito a sua forma de obter conhecimentos do desenvolvimento de seus alunos, suas dificuldades dentre outras; acreditamos que com a avaliação formativa o educador tem em mãos a oportunidade de ajudar muitos alunos que necessitam não apenas de serem avaliados por nota, mas também por aquilo que desempenharem ao longo do seu processo de aprendizagem.
     Mais adiante o professor Leandro também falou sobre os Fundamentos do Currículo, sobre a importância dele abarcar elementos culturais trazidos por uma determinada comunidade (conceitos, linguagem, ideologia, costumes, valores, tipos de organização familiar, econômica, dentre outros...).

          Entendemos que o Currículo nos proporciona o que devemos ensinar como educadores, quando e como ensinar, quando e como avaliar e os instrumentos avaliativos que serão utilizados, servindo assim para organizar o trabalho pedagógico.Logo em seguida, assistimos ao vídeo: “Tempos modernos”- filme clássico, que serviu para comparar com o regimento escolar, que mostrava o modelo do Taylorismo, do fazer e pensar da indústria, forma de gestão tradicional.Ao final da aula estudamos as Fontes do Currículo que são: os Progressistas, Essencialistas, Sociólogos e Tyler.

Aula – 09

Os Componentes do Currículo parte III

Proposta de Gagné:
  •  Sequência de atividades de aprendizagem vai do mais simples ao mais complexo;
  •  Propõe a distinção entre cinco possíveis tipos de resultados da aprendizagem escolar: habilidades motoras, atitudes, informação verbal, habilidades intelectuais e estratégias cognitivas.
  •  Proposta de Ausubel:
  •   As sequências de aprendizagem devem partir dos conceitos mais gerais e avançar progressivamente rumo aos conceitos mais específicos.
Os componentes do currículo, segundo Tyler:
  • Finalidades (propósitos);
  • Experiências de aprendizagem (designando o conteúdo e a sua relação com os processos de aprendizagem);
  • Organização;
  • Avaliação.
O modelo de organização curricular centrado em disciplinas ou matérias, sobrevaloriza os conteúdos programáticos.
É possível que a avaliação seja a componente dominante, na medida, por exemplo, em que o desenvolvimento e a organização dos programas sejam determinados pelos objetivos e conteúdos que os exames oficiais revelem.
Taba (1962): a ausência de justificação de um plano curricular pode levar a que esse plano só possa ser imposto e aceite passivamente por quem tem de o implementar.
O que deve conter no currículo são os seguintes componentes:
  1. Contexto e justificação;
  2. Quadro de objetivos;
  3. Roteiro ou mapa de conteúdos;
  4. Plano de organização e sequência do ensino-aprendizagem
  5. Plano de avaliação.

Entendemos que os componentes do currículo, é bem mais do que os conteúdos segue toda uma organização que permeia um roteiros. A característica do currículo tradicional é a sobrevalorização dos conteúdos programáticos, sendo que a injustificativa de um plano curricular, será levado a ser implementado passivamente por alguém que consequentemente fará que seu plano, seja executado por outras pessoas, se tornando uma perspectiva da gestão tradicional;
Avaliação é um instrumento de ajuste que se interliga no processo de ensino e aprendizagem, que possibilita ao aluno resultados positivos ou não da aprendizagem significativa, com isso ao concluirmos existem varias maneiras de avaliar, possuímos a  AVALIAÇÃO DIAGNOSTICA, FORMATIVA E SOMATIVA:
DIAGNOSTICA: Questionários, pré-teste, auto avaliação.(Objetivos no diagnostico em um resultado preciso);
FORMATIVA: Fóruns, auto avaliação, trabalhos participativos. (Objetivo no aprendizado da criança);
SOMATIVA: Provas, exames final. (Atribuição de notas);

Aula - 10

PSICOLOGIA E CURRÍCULO
Na aula de hoje aprendemos sobre a  psicologia genética e os estágios de desenvolvimento. São eles: sensório-motor (0 a 2 anos); intuitivo ou pré-sensório-operatório (2 a 7 anos); operatório concreto (7 a 11 anos); operatório formal (11 a 15 anos);
Para Ausubel:
·         O processo de aprendizagem deveria levar em conta os  conhecimentos prévios dos alunos.
·         Faz a distinção entre aprendizagem significativa e aprendizagem repetitiva/mecânica.
·         Para que a aprendizagem seja significativa, é preciso: que o conteúdo seja significativo e também que o aluno esteja motivado a relacionar o que aprende com o que já sabe.
}  Vale ressaltar a importância da funcionalidade (uso dos conhecimentos no cotidiano).
}  Distinção entre a memorização mecânica e a memorização compreensiva (outro ingrediente para que haja uma aprendizagem significativa).
}  Relevância do “aprender a aprender”.
Também Aprendemos sobre o Nível de desenvolvimento efetivo (aquilo que o aluno é capaz de fazer e de aprender sozinho); nível de desenvolvimento potencial (o que é capaz de fazer e aprender com a ajuda dos outros); zona de desenvolvimento proximal (distância entre os dois níveis citados).
Foco na ampliação da zona de desenvolvimento proximal.


Ao estudarmos a Psicologia e Currículo entendemos que a proposta curricular que é pensada e construída por  base nos seguintes teóricos Vygotsky e Piaget e Ausubel, tem grande potencial para tornar uma escola de qualidade, onde valoriza não somente os conhecimentos do professor, mas também do aluno, interagindo com sociedade, meio, efetivamente.



Aula - 11



Avaliação e Currículo

O que, para quê, quando e como avaliar?

  • A avaliação designa um conjunto de atuações previstas no Projeto Curricular, mediante o qual é possível ajustar progressivamente a ajuda pedagógica às características e necessidades dos alunos e determinar se foram realizadas ou não e até que ponto.
  • Funções: permitir ajustar a ajuda pedagógica às características individuais dos alunos e permitir determinar o grau em que foram conseguidas as intenções do projeto.
  • Importância da avaliação inicial como instrumento de ajuste e recurso didático que se integra no processo de ensino-aprendizagem.
  • Relevância da prática da avaliação formativa, isto é, a avaliação do processo de aprendizagem a fim de proporcionar a ajuda pedagógica mais adequada em cada momento.
  • A avaliação somatória é recomendável para saber se o nível de aprendizagem alcançado pelos alunos a propósito de determinados conteúdos é suficiente para abordar com êxito a aprendizagem de outros conteúdos relacionados com os primeiros.

Fundamentos do Currículo

Cultura: engloba aspectos como conceitos, linguagem, ideologia, costumes, valores, tipos de organização familiar, econômica, etc.

O currículo proporciona:
 Informações sobre o que ensinar (conteúdos, conceitos e objetivos);
Informações sobre quando ensinar (ordenamento e sequenciamento dos conteúdos);
Informações sobre como ensinar;
Informações sobre que, como e quando avaliar.
 Entende-se o currículo como o projeto que preside as atividades educativas escolares, define suas intenções e proporciona guias de ação adequadas e úteis para os professores.
O termo currículo, por vezes, é usado em sentido mais limitado, para referir-se apenas aos objetivos e conteúdos da educação formal.

Fontes do Currículo

Progressistas: importância de estudar os problemas, os interesses e as necessidades da criança, a fim de selecionar os objetivos;
 Essencialistas: os objetivos devem ser extraídos da análise da estrutura interna dos conteúdos de ensino;Sociólogos: selecionar os objetivos na análise da sociedade, dos seus problemas, características e necessidades.
 Para Tyler, as 3 fontes são válidas, mas nenhuma delas sozinha é suficiente.


Compreendemos que o currículo nessa concepção é fundamentado por um contexto social, que engloba aspectos como conceitos, linguagem, ideologia, costumes, valores, tipos de organização familiar, econômica, etc. A importância da avaliação se integra como um instrumento que busca testar os conhecimentos, de estudar os problemas que se referem a aprendizagem, para que possa buscar meios que contribuam para uma aprendizagem significativa, é característica do modelo progressista. 

Aula - 12


PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR


Aprendemos a diferenciar o Sistema Educacional Fechado do Sistema Educacional Aberto
O primeiro é aquele no qual, uns pensam e outros executam a proposta de currículo, e o ensino é igual para todos os alunos e as variações são mínimas, onde a proposta curricular é menos flexível e sem interdisciplinaridade. O segundo é aquele em que há uma proposta curricular mais flexível, onde as escolas participam ativamente da construção da rede  de ensino na qual todos pensam, todos participam; existe a  interdisciplinaridade entre as disciplinas, assim como a transdisciplinaridade. Ex: Uma saída de  campo na qual aborde vários conhecimentos.
No decorrer da aula começamos a discutir sobre a questão da falta de  profissionais nas áreas de humanas, dentre outras disciplinas. Uma das maneiras que a própria rede pública de ensino  tem utilizado para minimizar tais problemas é colocar um professor que dá aula de duas disciplinas  em sala. Foi quando nosso colega de sala Raimundo, levantou um questionamento acerca de que o  professor deveria  ser habilitado para essa situação, esse seria o correto, pois se o docente se formou em história, tem que dar aula de história, se em geografia também...
O professor nos explicou que concordava com nosso colega mas, que a falta de profissionais era em virtude da desvalorização do professor e a falta de instituições que investem em cursos de  licenciatura, por conta da  maioria dos jovens hoje não quererem mais serem professores. Sendo assim, ou o Estado garante o ensino público para todos os que necessitarem no ensino superior ou isso não irá ocorrer.  E concluiu que em Brasília ainda há uma certa sobrevivência pois,  “apesar dos pesares” o professor de rede pública ganha razoavelmente... mas em outros Estados e municípios brasileiros a situação muitas vezes é pior, depende também da análise do custo de vida que se têm.

Hoje a aula foi de suma importância, onde nós entendemos sobre o Processo de Elaboração do Projeto Curricular e discutimos sobre a falta de profissionais em algumas disciplinas. Concordamos que muitas escolas ainda precisam melhorar o seu Sistema para o aberto, além de melhorar o aprendizado dos alunos com a interdisciplinaridade e multidisciplinaridade, poderá existir uma sociedade mais unida.
Devemos lutar para que todos aqueles que querem tanto entrar no nível superior e não tem condições financeiras, o Estado possa  investir mais para isso, pois em muitas outras coisas estão investindo de pouca importância, e na  educação que é uma das  principais deixam de lado.

Aula - 13


TEORIAS DO CURRÍCULO – I
O currículo aparece pela primeira vez como um objeto específico de estudo e pesquisa nos EUA dos anos 20 (séc. XX).Em conexão com o processo de industrialização, houve um impulso por parte da administração educacional em racionalizar o processo de construção, desenvolvimento e testagem de currículos.
Em Bobbitt, o currículo é visto como um processo de racionalização de resultados educacionais, cuidadosa e rigorosamente especificados e medidos. O modelo institucional dessa concepção de currículo é a fábrica e sua inspiração teórica é a “administração científica” de Taylor. Os estudantes devem ser processados como um produto fabril.
Qual o tipo de ser humano desejável para um determinado tipo de sociedade? Será a pessoa competitiva dos atuais modelos neoliberais de educação? Será a pessoa desconfiada e crítica dos arranjos sociais existentes?
No fundo das teorias de currículo está uma questão de identidade ou de subjetividade. O currículo é uma questão de poder; privilegiar um tipo de conhecimento, por exemplo, é uma questão de poder. As teorias do currículo não estão situadas num campo puramente epistemológico, de competição entre “puras” teorias.
É a questão do poder que separa as teorias tradicionais das teorias críticas e pós-críticas do currículo.
Teorias tradicionais: pretendem ser neutras, científicas; aceitam mais facilmente o status quo, os conhecimentos e os saberes dominantes.
Teorias críticas e pós-críticas: argumentam que nenhuma teoria é neutra, mas que está implicada em relações de poder. 
        Ao analisar os assuntos tratados nesse aula, percebemos que como já foi ensinado, as primeiras teorias de currículo surgiram nos Estados Unidos. E nessa aula ficou mais claro que as primeiras pesquisas eram objetos específicos de estudos dos EUA.,  e também que o currículo se constituía de acordo com a época vivida. Bobbitt era o pensador de currículo que defendia a teoria de que o currículo era a fábrica e sua inspiração teórica é a administração científica. Através de várias pesquisas realizadas no decorrer processo, foram de estabelecendo as relações teóricas, críticas e pós críticas de currículo.
Aula - 14

CURRÍCULO CLÁSSICO
Teorias do Currículo
Anos 60: surgem teorias que colocam em xeque o pensamento e a estrutura educacional tradicionais. Os modelos tradicionais de currículo restringiam-se à atividade técnica de como fazer o currículo (organização e elaboração do currículo).
As teorias críticas desconfiam do status quo, responsabilizando-o pelas desigualdades e injustiças sociais.
Teorias tradicionais: de aceitação, ajuste e adaptação.
Teorias críticas: de desconfiança, questionamento e transformação radical; o importante não é desenvolver técnicas de como fazer o currículo, mas desenvolver conceitos que nos permitam compreender o que o currículo faz.
Louis Althusser:
  A ideologia e os aparelhos ideológicos de Estado.
  Teorizações baseadas na análise marxista da sociedade.
  A permanência da sociedade capitalista depende da reprodução de seus componentes econômicos (força de trabalho, meios de produção) e da reprodução de seus componentes ideológicos.
  A ideologia é constituída por aquelas crenças que nos levam a aceitar as estruturas sociais (capitalistas) existentes como boas e desejáveis.
  A escola atua ideologicamente através de seu currículo.
Bowles e Gintis: a escola contribui não propriamente através do conteúdo explícito de seu currículo (como dizia Althusser), mas ao espelhar, no seu funcionamento, as relações sociais do local de trabalho (diferenças entre o âmbito escolar público e privado).
Bourdieu e Passeron: a dinâmica da reprodução social está centrada no processo de reprodução cultural; é através da reprodução da cultura dominante que a reprodução mais ampla da sociedade fica garantida.A cultura pode existir também sob a forma de títulos, certificados e diplomas: é o capital cultural institucionalizado.
Concluímos que o Currículo Clássico atribui as teorias do modelo tradicional de currículo, que tinham ligação com o status quo, transparecendo as desigualdades sociais. conceitos de como o currículo faz, torna-se mais importante  do que a visão e como fazer o currículo. Teorias Marxistas constituem as concepções do currículo na sociedade capitalista. A escola atua ideologicamente através de seu currículo.