segunda-feira, 6 de maio de 2013

Registro das aulas

Diário de bordo


Aula - 01,02 e 03

             Iremos relatar as seguintes aulas que deram inicio ao semestre, o nosso primeiro dia de aula com o Professor Leandro começou no 18 de Fevereiro de 2013, foi presentado e exposto à turma a trajetória da sua vida profissional e explicando as habilidades especificas do curso de pedagogia, e suas experiências no âmbito educacional.

            No dia 04 e 11 de Março continuamos a obter maiores informações sobre a disciplina a ser estudada no decorrer do semestre “currículo e diversidade”, logo em seguida foi passado um questionário na qual visava um conhecimento prévio dos alunos fazendo assim uma "Avaliação diagnostica" onde o objetivo era testar nossos conhecimentos dentro das  perguntas elaboradas, a principio se perguntava o “porque” da escolha do curso de pedagogia e o que pensávamos a respeito do termo currículo até então, logo após, foi  apresentado o plano de ensino da disciplina “currículo e diversidade,  explicando métodos de avaliação, conteúdos a serem estudado no decorrer do semestre, datas das avaliações e trabalhos.
            Em um segundo momento o professor o plano de ensino de Projeto Integrador, explicando como elaborar o portfólio, na qual tinha que conter: um memorial para cada integrante, diário reflexivo (registros das aulas). Também explanou os objetivos do portfólio que é desenvolver a capacidade do professor cursista refletir e avaliar seu próprio processo de formação de aprendizagem, desenvolver a capacidade de síntese e trabalho. 

Ao analisar a aula, podemos conhecer melhor tanto a disciplina currículo, quanto a vida profissional do professor. E as questões passadas para os alunos, sobre o que entendíamos por Currículo, foi de suma importância, até para avaliar nossos conhecimentos até então. Em um segundo momento foi explicado a estruturação do Projeto Integrador, todos os detalhes e tudo o que a pesquisa deveria conter. Contribuindo para nossa vida acadêmica, e nos fazendo ter mais facilidade com a preparação de pesquisas de campo.


Aula – 04

Conceitos de currículo

  •  Bobbitt (1918): mérito de ter iniciado as teorizações sobre o currículo.
  •  Dewey entendia o currículo como algo dado para o professor; Bobbitt como algo dado para o aluno.
  • Dewey: os conteúdos curriculares são sinalizações para mostrar ao mestre quais são os caminhos abertos à criança.

John Dewey
  •   Pedagogo liberal;
  •   Defensor da Escola Ativa/Escola Nova;
  •   Traduzia para a educação o liberalismo político-econômico dos EUA;
  •   Priorizava o aspecto psicológico da educação, em prejuízo da análise da organização capitalista da sociedade.
  •   Conjunto de experiências oferecidas aos alunos sob a orientação da escola.
  •   Programa de conhecimentos verdadeiros, válidos e essenciais, que se transmite sistematicamente na escola, para desenvolver a mente e treinar a inteligência.
  • Currículo é um plano de aprendizagem.

Concluímos que o currículo passou por um longo processo que  o modificaram e equilibram sua estrutura, sendo que a escola tradicional possuía o punho religioso se baseando na fé e na igreja , já os positivistas tinha sua idealizações  na ciência, na razão e na filosofia (Ensino formal estruturado quando está inserido no currículo). Com isso, surgiu os manifestos dos pioneiros em 1932, defendendo a escola nova  e a laicidade, ou seja um ensino que não tenha um punho religioso.


Aula- 05


          Iniciamos com o conteúdo ”Raízes Teóricas do currículo no Brasil” onde obtivemos mais informações sobre o que é currículo na escola tradicional e na escola moderna. Os pensamentos brasileiros sobre o currículo não são nativas, mas sim de origem estrangeiras só se deu inicio na década de 1950 (Introdução ao estudo do currículo da escola primaria de Roberto Moreira). O currículo formal pode ocorrer dentro e fora da escola, e possuí duas concepções da escola tradicional e da escola moderna (crítica e pós- críticas).
           O currículo é tudo aquilo que acontece na vida da criança, de seus pais e professores; no decorrer desse processo o currículo foi se conceituando através de seus teólogos tais como;
Bobbitt foi um dos privilegiados a iniciar suas teorizações sobre o currículo, seu entendimento sobre o currículo é que ele era algo dado para o aluno. Sua visão era econômica.
Dewey um teólogo que defendia o entendimento do currículo com algo dado para o professor, acreditava-se que os conteúdos eram mostrados para os professores quais seriam os caminhos para preparar para criança. Seu pensamento deve grande repercussão no Brasil até por defender a prática educativa com um olhar pedagógico, diferente do pensamento de Bobbitt.
Tyler tinha uma visão ligada a administração cientifica (Taylorismo) centrado no poder, no mercado de trabalho e na industrialização, seguindo uma linha de pensamento que uns pensam e outros executam, trazendo pra o contexto escolar dentro dessa linha de pensamento, a hierarquia nesse caso seria Direção X Professores na Gestão Tradicional. Tyler e Bobbitt tinha uma relação em comum nos seus pensamentos em sua tendência tecnicista liberal econômica.

            No entanto entendemos que o currículo passou por um processo longo até obter a sua própria forma propriamente dita, o que é interessante é que o currículo ele é elaborado para que possa ser aplicado nas crianças, ele envolve todo um contexto social para que o aprendizado tenha êxito, sendo que existem varias vias de acesso pelo qual o aprendizado é efetuado, através dos: Conteúdos, atividades e dos resultados.

Aula - 06

        Na aula de hoje estudamos sobre “Componentes do currículo”, onde o professor explicou sobre algumas das características da Escola Nova e Tradicional.
Entendemos que a via de acesso pelos conteúdos, na qual as intenções educativas se concretizam a partir de uma análise dos conteúdos, foi uma alternativa dominante até a década de 50, momento em que foi acusada de se associar á “Educação tradicional”.
A partir do momento em que a via de acesso passa a ser pelos resultados esperados, temos uma visão de uma Escola Moderna.
         Para finalizar tal assunto, o professor explicou sobre Gagné, que em sua proposta dizia ser correto o aluno começar a desenvolver atividades do mais simples ao mais complexo, propondo também a distinção entre 5 possíveis-tipos de resultados da aprendizagem escolar. São elas: habilidades motoras, atitudes, informação verbal, habilidades intelectuais e estratégias cognitivas.

           Ao analisar os assuntos tratados nesta aula concluímos que, apesar das idéias para melhoria do currículo escolar, principalmente com a abertura da Escola Moderna, hoje ainda existem escolas com sistemas que trabalham apenas de forma tradicional, ainda precisa-se de maior interesse em novas formas de se planejar o ensino por parte de alguns educadores.

Aula - 07

            Nesta aula, iniciamos uma atividade avaliativa, que nos ajudou ampliar os nossos conhecimentos em relação ao Currículo.
As questões foram as seguintes:
1.      Aborde a relação entre currículo e os desafios da sociedade.
2.       Dentre os conceitos de currículo apontados, qual o chamou mais a sua atenção e por quê? O que mudou, até o momento, acerca do seu entendimento sobre o termo currículo?
  
     A escola e o currículo esta diretamente vinculada ao contexto social, sendo que sua influencia é demasiadamente econômica, onde ocorre uma centralização do poder politico, a fim de promover a reforma educacional que reflete no desenvolvimento educacional.
Ainda é predominante do currículo a exclusão e a seletividade social, entretanto a sociedade necessita de práticas  que superem a “Cegueira Multicultural”.

          Concluímos que o entendimento do currículo são as experiências vividas pelos estudantes sob orientação da escola, incluindo o contexto social dos mesmos, e atribuindo um conjunto de conhecimentos que estão propostos no currículo para que o aluno tenha um padrão de conteúdos organizado para serem absorvidos no decorrer se sua formação.

Aula - 08

          Hoje o assunto tratado foi de grande relevância para o nosso entendimento com relação aos tipos de avaliação que existem.Aprendemos a identificar a Avaliação classificatória sua forma é tradicional, nela o professor é unilateral, e tem por objetivo qualificar os resultados, ou seja, através das notas obtidas (somatória); Avaliação  Inicial (diagnóstica), que ocorre no início do processo de avaliação e tem por objetivo identificar os elementos que indiquem a fragilidade de elementos frágeis e fortes e perceber se o aluno já tem conhecimento básico do assunto a ser tratado na aula; Avaliação Formativa que ocorre durante o processo de aprendizagem do aluno, ela tem a função de avaliar o educando durante todo o percurso e utiliza-se de vários instrumentos avaliativos além da nota, sendo assim seu objetivo é d e proporcionar a ajuda pedagógica mais adequada em cada momento e Avaliação Somatória,que  ocorre no final do percurso e serve para saber se o nível de aprendizagem alcançados pelos alunos de certos conteúdos é suficiente para perfeitamente a aprendizagem de outros conteúdos que se relacionam com os primeiros.

        Ao analisar os tipos de avaliação acreditamos serem de grande importância para o professor no que diz respeito a sua forma de obter conhecimentos do desenvolvimento de seus alunos, suas dificuldades dentre outras; acreditamos que com a avaliação formativa o educador tem em mãos a oportunidade de ajudar muitos alunos que necessitam não apenas de serem avaliados por nota, mas também por aquilo que desempenharem ao longo do seu processo de aprendizagem.
     Mais adiante o professor Leandro também falou sobre os Fundamentos do Currículo, sobre a importância dele abarcar elementos culturais trazidos por uma determinada comunidade (conceitos, linguagem, ideologia, costumes, valores, tipos de organização familiar, econômica, dentre outros...).

          Entendemos que o Currículo nos proporciona o que devemos ensinar como educadores, quando e como ensinar, quando e como avaliar e os instrumentos avaliativos que serão utilizados, servindo assim para organizar o trabalho pedagógico.Logo em seguida, assistimos ao vídeo: “Tempos modernos”- filme clássico, que serviu para comparar com o regimento escolar, que mostrava o modelo do Taylorismo, do fazer e pensar da indústria, forma de gestão tradicional.Ao final da aula estudamos as Fontes do Currículo que são: os Progressistas, Essencialistas, Sociólogos e Tyler.

Aula – 09

Os Componentes do Currículo parte III

Proposta de Gagné:
  •  Sequência de atividades de aprendizagem vai do mais simples ao mais complexo;
  •  Propõe a distinção entre cinco possíveis tipos de resultados da aprendizagem escolar: habilidades motoras, atitudes, informação verbal, habilidades intelectuais e estratégias cognitivas.
  •  Proposta de Ausubel:
  •   As sequências de aprendizagem devem partir dos conceitos mais gerais e avançar progressivamente rumo aos conceitos mais específicos.
Os componentes do currículo, segundo Tyler:
  • Finalidades (propósitos);
  • Experiências de aprendizagem (designando o conteúdo e a sua relação com os processos de aprendizagem);
  • Organização;
  • Avaliação.
O modelo de organização curricular centrado em disciplinas ou matérias, sobrevaloriza os conteúdos programáticos.
É possível que a avaliação seja a componente dominante, na medida, por exemplo, em que o desenvolvimento e a organização dos programas sejam determinados pelos objetivos e conteúdos que os exames oficiais revelem.
Taba (1962): a ausência de justificação de um plano curricular pode levar a que esse plano só possa ser imposto e aceite passivamente por quem tem de o implementar.
O que deve conter no currículo são os seguintes componentes:
  1. Contexto e justificação;
  2. Quadro de objetivos;
  3. Roteiro ou mapa de conteúdos;
  4. Plano de organização e sequência do ensino-aprendizagem
  5. Plano de avaliação.

Entendemos que os componentes do currículo, é bem mais do que os conteúdos segue toda uma organização que permeia um roteiros. A característica do currículo tradicional é a sobrevalorização dos conteúdos programáticos, sendo que a injustificativa de um plano curricular, será levado a ser implementado passivamente por alguém que consequentemente fará que seu plano, seja executado por outras pessoas, se tornando uma perspectiva da gestão tradicional;
Avaliação é um instrumento de ajuste que se interliga no processo de ensino e aprendizagem, que possibilita ao aluno resultados positivos ou não da aprendizagem significativa, com isso ao concluirmos existem varias maneiras de avaliar, possuímos a  AVALIAÇÃO DIAGNOSTICA, FORMATIVA E SOMATIVA:
DIAGNOSTICA: Questionários, pré-teste, auto avaliação.(Objetivos no diagnostico em um resultado preciso);
FORMATIVA: Fóruns, auto avaliação, trabalhos participativos. (Objetivo no aprendizado da criança);
SOMATIVA: Provas, exames final. (Atribuição de notas);

Aula - 10

PSICOLOGIA E CURRÍCULO
Na aula de hoje aprendemos sobre a  psicologia genética e os estágios de desenvolvimento. São eles: sensório-motor (0 a 2 anos); intuitivo ou pré-sensório-operatório (2 a 7 anos); operatório concreto (7 a 11 anos); operatório formal (11 a 15 anos);
Para Ausubel:
·         O processo de aprendizagem deveria levar em conta os  conhecimentos prévios dos alunos.
·         Faz a distinção entre aprendizagem significativa e aprendizagem repetitiva/mecânica.
·         Para que a aprendizagem seja significativa, é preciso: que o conteúdo seja significativo e também que o aluno esteja motivado a relacionar o que aprende com o que já sabe.
}  Vale ressaltar a importância da funcionalidade (uso dos conhecimentos no cotidiano).
}  Distinção entre a memorização mecânica e a memorização compreensiva (outro ingrediente para que haja uma aprendizagem significativa).
}  Relevância do “aprender a aprender”.
Também Aprendemos sobre o Nível de desenvolvimento efetivo (aquilo que o aluno é capaz de fazer e de aprender sozinho); nível de desenvolvimento potencial (o que é capaz de fazer e aprender com a ajuda dos outros); zona de desenvolvimento proximal (distância entre os dois níveis citados).
Foco na ampliação da zona de desenvolvimento proximal.


Ao estudarmos a Psicologia e Currículo entendemos que a proposta curricular que é pensada e construída por  base nos seguintes teóricos Vygotsky e Piaget e Ausubel, tem grande potencial para tornar uma escola de qualidade, onde valoriza não somente os conhecimentos do professor, mas também do aluno, interagindo com sociedade, meio, efetivamente.



Aula - 11



Avaliação e Currículo

O que, para quê, quando e como avaliar?

  • A avaliação designa um conjunto de atuações previstas no Projeto Curricular, mediante o qual é possível ajustar progressivamente a ajuda pedagógica às características e necessidades dos alunos e determinar se foram realizadas ou não e até que ponto.
  • Funções: permitir ajustar a ajuda pedagógica às características individuais dos alunos e permitir determinar o grau em que foram conseguidas as intenções do projeto.
  • Importância da avaliação inicial como instrumento de ajuste e recurso didático que se integra no processo de ensino-aprendizagem.
  • Relevância da prática da avaliação formativa, isto é, a avaliação do processo de aprendizagem a fim de proporcionar a ajuda pedagógica mais adequada em cada momento.
  • A avaliação somatória é recomendável para saber se o nível de aprendizagem alcançado pelos alunos a propósito de determinados conteúdos é suficiente para abordar com êxito a aprendizagem de outros conteúdos relacionados com os primeiros.

Fundamentos do Currículo

Cultura: engloba aspectos como conceitos, linguagem, ideologia, costumes, valores, tipos de organização familiar, econômica, etc.

O currículo proporciona:
 Informações sobre o que ensinar (conteúdos, conceitos e objetivos);
Informações sobre quando ensinar (ordenamento e sequenciamento dos conteúdos);
Informações sobre como ensinar;
Informações sobre que, como e quando avaliar.
 Entende-se o currículo como o projeto que preside as atividades educativas escolares, define suas intenções e proporciona guias de ação adequadas e úteis para os professores.
O termo currículo, por vezes, é usado em sentido mais limitado, para referir-se apenas aos objetivos e conteúdos da educação formal.

Fontes do Currículo

Progressistas: importância de estudar os problemas, os interesses e as necessidades da criança, a fim de selecionar os objetivos;
 Essencialistas: os objetivos devem ser extraídos da análise da estrutura interna dos conteúdos de ensino;Sociólogos: selecionar os objetivos na análise da sociedade, dos seus problemas, características e necessidades.
 Para Tyler, as 3 fontes são válidas, mas nenhuma delas sozinha é suficiente.


Compreendemos que o currículo nessa concepção é fundamentado por um contexto social, que engloba aspectos como conceitos, linguagem, ideologia, costumes, valores, tipos de organização familiar, econômica, etc. A importância da avaliação se integra como um instrumento que busca testar os conhecimentos, de estudar os problemas que se referem a aprendizagem, para que possa buscar meios que contribuam para uma aprendizagem significativa, é característica do modelo progressista. 

Aula - 12


PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR


Aprendemos a diferenciar o Sistema Educacional Fechado do Sistema Educacional Aberto
O primeiro é aquele no qual, uns pensam e outros executam a proposta de currículo, e o ensino é igual para todos os alunos e as variações são mínimas, onde a proposta curricular é menos flexível e sem interdisciplinaridade. O segundo é aquele em que há uma proposta curricular mais flexível, onde as escolas participam ativamente da construção da rede  de ensino na qual todos pensam, todos participam; existe a  interdisciplinaridade entre as disciplinas, assim como a transdisciplinaridade. Ex: Uma saída de  campo na qual aborde vários conhecimentos.
No decorrer da aula começamos a discutir sobre a questão da falta de  profissionais nas áreas de humanas, dentre outras disciplinas. Uma das maneiras que a própria rede pública de ensino  tem utilizado para minimizar tais problemas é colocar um professor que dá aula de duas disciplinas  em sala. Foi quando nosso colega de sala Raimundo, levantou um questionamento acerca de que o  professor deveria  ser habilitado para essa situação, esse seria o correto, pois se o docente se formou em história, tem que dar aula de história, se em geografia também...
O professor nos explicou que concordava com nosso colega mas, que a falta de profissionais era em virtude da desvalorização do professor e a falta de instituições que investem em cursos de  licenciatura, por conta da  maioria dos jovens hoje não quererem mais serem professores. Sendo assim, ou o Estado garante o ensino público para todos os que necessitarem no ensino superior ou isso não irá ocorrer.  E concluiu que em Brasília ainda há uma certa sobrevivência pois,  “apesar dos pesares” o professor de rede pública ganha razoavelmente... mas em outros Estados e municípios brasileiros a situação muitas vezes é pior, depende também da análise do custo de vida que se têm.

Hoje a aula foi de suma importância, onde nós entendemos sobre o Processo de Elaboração do Projeto Curricular e discutimos sobre a falta de profissionais em algumas disciplinas. Concordamos que muitas escolas ainda precisam melhorar o seu Sistema para o aberto, além de melhorar o aprendizado dos alunos com a interdisciplinaridade e multidisciplinaridade, poderá existir uma sociedade mais unida.
Devemos lutar para que todos aqueles que querem tanto entrar no nível superior e não tem condições financeiras, o Estado possa  investir mais para isso, pois em muitas outras coisas estão investindo de pouca importância, e na  educação que é uma das  principais deixam de lado.

Aula - 13


TEORIAS DO CURRÍCULO – I
O currículo aparece pela primeira vez como um objeto específico de estudo e pesquisa nos EUA dos anos 20 (séc. XX).Em conexão com o processo de industrialização, houve um impulso por parte da administração educacional em racionalizar o processo de construção, desenvolvimento e testagem de currículos.
Em Bobbitt, o currículo é visto como um processo de racionalização de resultados educacionais, cuidadosa e rigorosamente especificados e medidos. O modelo institucional dessa concepção de currículo é a fábrica e sua inspiração teórica é a “administração científica” de Taylor. Os estudantes devem ser processados como um produto fabril.
Qual o tipo de ser humano desejável para um determinado tipo de sociedade? Será a pessoa competitiva dos atuais modelos neoliberais de educação? Será a pessoa desconfiada e crítica dos arranjos sociais existentes?
No fundo das teorias de currículo está uma questão de identidade ou de subjetividade. O currículo é uma questão de poder; privilegiar um tipo de conhecimento, por exemplo, é uma questão de poder. As teorias do currículo não estão situadas num campo puramente epistemológico, de competição entre “puras” teorias.
É a questão do poder que separa as teorias tradicionais das teorias críticas e pós-críticas do currículo.
Teorias tradicionais: pretendem ser neutras, científicas; aceitam mais facilmente o status quo, os conhecimentos e os saberes dominantes.
Teorias críticas e pós-críticas: argumentam que nenhuma teoria é neutra, mas que está implicada em relações de poder. 
        Ao analisar os assuntos tratados nesse aula, percebemos que como já foi ensinado, as primeiras teorias de currículo surgiram nos Estados Unidos. E nessa aula ficou mais claro que as primeiras pesquisas eram objetos específicos de estudos dos EUA.,  e também que o currículo se constituía de acordo com a época vivida. Bobbitt era o pensador de currículo que defendia a teoria de que o currículo era a fábrica e sua inspiração teórica é a administração científica. Através de várias pesquisas realizadas no decorrer processo, foram de estabelecendo as relações teóricas, críticas e pós críticas de currículo.
Aula - 14

CURRÍCULO CLÁSSICO
Teorias do Currículo
Anos 60: surgem teorias que colocam em xeque o pensamento e a estrutura educacional tradicionais. Os modelos tradicionais de currículo restringiam-se à atividade técnica de como fazer o currículo (organização e elaboração do currículo).
As teorias críticas desconfiam do status quo, responsabilizando-o pelas desigualdades e injustiças sociais.
Teorias tradicionais: de aceitação, ajuste e adaptação.
Teorias críticas: de desconfiança, questionamento e transformação radical; o importante não é desenvolver técnicas de como fazer o currículo, mas desenvolver conceitos que nos permitam compreender o que o currículo faz.
Louis Althusser:
  A ideologia e os aparelhos ideológicos de Estado.
  Teorizações baseadas na análise marxista da sociedade.
  A permanência da sociedade capitalista depende da reprodução de seus componentes econômicos (força de trabalho, meios de produção) e da reprodução de seus componentes ideológicos.
  A ideologia é constituída por aquelas crenças que nos levam a aceitar as estruturas sociais (capitalistas) existentes como boas e desejáveis.
  A escola atua ideologicamente através de seu currículo.
Bowles e Gintis: a escola contribui não propriamente através do conteúdo explícito de seu currículo (como dizia Althusser), mas ao espelhar, no seu funcionamento, as relações sociais do local de trabalho (diferenças entre o âmbito escolar público e privado).
Bourdieu e Passeron: a dinâmica da reprodução social está centrada no processo de reprodução cultural; é através da reprodução da cultura dominante que a reprodução mais ampla da sociedade fica garantida.A cultura pode existir também sob a forma de títulos, certificados e diplomas: é o capital cultural institucionalizado.
Concluímos que o Currículo Clássico atribui as teorias do modelo tradicional de currículo, que tinham ligação com o status quo, transparecendo as desigualdades sociais. conceitos de como o currículo faz, torna-se mais importante  do que a visão e como fazer o currículo. Teorias Marxistas constituem as concepções do currículo na sociedade capitalista. A escola atua ideologicamente através de seu currículo.






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